terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Querida, me deseje boa sorte,
No esporte, no romance, boa sorte,
No esporte que é a vida, na corrida
Sem chance de vitória, boa sorte.
Lance a lance, essa história só se encerra
No eterno instante de derrota e morte.
Mas antes desse corte, boa sorte,
Que a partida tem fim, mas quando o lance
É de placa, ele fica na memória,
Assim como a vitória militar
Sem chance de ganhar entra pra história.
Dessa forma, querida, boa sorte,
No romance, na vida, na aguerrida
Luta do dia a dia contra a escória.
É um esporte, é um jogo, uma partida.
Boa sorte, querida, pois se o juiz
Apita - vestiário que o seu tempo
Já era, mais um tento que se encerra.
Por isso, nada mais e nada além,
Imagina, alguém te tira ou te ferra,
Espera-te mais nada além de sorte.
Na roleta da vida eu já rodei,
E na roda de apostas perdi tudo,
Espero boa sorte e nada além,
Nada além de um bom jogo e algum futuro.

Um comentário:

Hugo Simões disse...

nossa yuri, que lindo esse poema