domingo, 2 de agosto de 2009

A Fuga dos Diversos

Quem caminha pelas bandas de baixo
Na mata atlântica virtual
Ou nas asas extintas da gralha

Pega um cavalo e galopa

Quem sossega pelas chapadas do meio
No serrado brasileiro
Ou nas copas das mudas de soja

Pega um tuiuiú e avoa

Quem balança nos galhos nortistas
Na hidrelétrica de igapó
Ou na surucucu trangênica

Pega um poraquê e choca

Agora um papagaio entra pela janela e fala:

Never More

Never

More

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